Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

Nostalgia!


Salve rapa...


O tempo passa mas as imagens registradas são um marco. É muito louco quando a gente se depara com algumas das fotos mais loucas da rapa.

Depois de muito tempo e pouco contato, encontrei o Teco (Perifa Hip Hop Wear) no MSN e, idéia vai, idéia vem, eis que surge a tal da foto, nostalgia total. Toda uma rapa que, pela ação do tempo foi se disseminado por caminhos totalmente diferentes, porém, ligados por alguma cisa muito forte, o RAP. Só quem é sabe. RS, pra muitos sigla do Estado do Rio Grande do Sul, pra poucos com nós apenas duas coisas, RAP e SKATE. A foto registra esse momento. Anos depois, cada um pro seu lado, mas a imagem mantém todos unidos em um só ligar, a RUA!


Valeu aí Teco, nostalgia total!

SOUND CLUB...continua!


Salve rapa...

A primeira foi da hora. As que vêm na sequência serão melhores ainda. Muito som de qualidade rolando das pick up´s comandadas pelo time Edinho Dekebrada, Tio Scooby e Dj Martins.

RAP pra neguinho nehum botar defeito, simplesmente "dos clássicos aos hits". Na intenção de agrardar a gregos e troianos, o SOUND CLUB tem como proposta deixar os Dj´s a vontade pra fazer o seu SET. O mais interessante é que o time de Dj´s do SOUND CLUB não tem horários pré-determinados para tocar, cada um se "diverte" um pouco nos toca-discos e, sem deixar o clima cair, passa o comando pro outro Dj que se encarrega de manter alto e bom som.
Achou interessante, aina tem mais. Toda quarta um Dj convidado faz seu SET por lá também. Pra fortalecer, Seguidor F é o Mestre de Cerimônias do SOUND CLUB, fazendo as honras do projeto.
Serviço:
SOUND CLUB - Dos Clássicos aos Hits!
Alternativo´s Pub - Jerônimo de ornelas, 222, esq. Santana
Mulheres FREE até as 00:00
R$ 8 c/ 1 ceva
Dj´s: Edinho Dekebrada, Tio Scooby e Dj Martins

Guru´s Jazzmatazz


Salve rapa...

Depois de dar uma passada na quarta -feira pelo Sound Club (Jerônimo de Ornelas, 222, esq. Santana), nada melhor do que fazer um rolê com os parceiros no "showzinho" do mestre Guru, não?
Pois bem, o mais intrigante disso tudo é que, em tempos de carência de shows e eventos relacionados ao Hip Hop nessa cidade fria, há pouca, ou quase nehuma, divulgação do show, ao contrário de outras coisas mais "intere$$ante$" com cartazes em tamanho assustador na ruas.
Independente de qualquer coisa, o fato é que, Guru vem a Porto Alegre apresentar sua quadrilogia da fusão de Hip Hop e Jazz, intitulada JAZZMATAZZ, o que soa muito bem aos ouvidos mais exigentes, desde o início do projeto, em 1993.
Ingressos com preços bem convidativos, em vista dos preços cobrados pelos "$how$" gringos que têm vindo pra cá, não há como não ir. Garanta já o seu que eu tô no corre do meu, afinal, Guru, no Brasil rola, mas, em Porto Alegre, é lenda!
Não espere de Guru um RAP tradicional. O músico costuma evitar excessos no palco, focando sua atenção em suas habilidades rítmicas. Seu estilo baseado em batalha de rimas é sagaz, porém contido e suave. Seu espetáculo, uma prova única de experimentação

Serviço:


Horário: 22h
Ingressos promocionais antecipados: R$ 30,00
Ponto de Venda: Lojas Backdoor (Shoppings Iguatemi, Praia de Belas, Rua da Praia e Lindóia)
Informações e tele-entrega Opinião: (51) 8401 0104

Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

TRANSFER - cultura urbana, arte contemporânea, transferências e transformações

O Santander Cultural – Unidade Porto Alegre inaugura em 24 de junho a mostra TRANSFER_cultura urbana. arte contemporânea. transferências. transformações, em exibição até setembro. A iniciativa propõe uma reflexão sobre a cultura produzida nas ruas das cidades, tanto do Brasil como em outras partes do mundo e reúne os principais ícones da arte urbana numa grande mostra brasileira, promovendo um amplo olhar sobre o tema e provocando reflexões sobre este movimento cultural.

A realização do Santander Cultural reúne uma gama de obras e materiais de mais de 100 artistas, em torno de 300 obras de acervos privados nacionais e do exterior, além de vídeos e fotografias. Mais, onze obras/instalações criadas especialmente para a exposição.

A iniciativa inclui também uma mostra de filmes inéditos no Brasil sobre arte urbana e uma centena de fotografias de intervenções urbanas e diversos vídeos. Um dos destaques de TRANSFER é uma ousada instalação de arquitetura “skatável”, ou seja, que pode ser percorrida por skatistas, criada pelo arquiteto Pedro Mendes da Rocha, com consultoria artística do coletivo Noh de skate, arte e arquitetura.

Com curadoria de Lucas Ribeiro, Fabio Zimbres, Alexandre Cruz e Christian Strike, a exposição está organizada em quatro eixos – Beautiful Losers, Intervencionistas, Mauditos e Street Fine Art – que permitem visualizar influências da street art e contextualizá-las no panorama mundial.

A mostra traz obras de artistas norte-americanos que expõem pela primeira vez no Brasil. Nomes como Thomas Campbell, Cheryl Dunn, KAWS, Glen E. Friedman, Chris Johanson, Mike Mills e Craig R. Stecyk III, estão em TRANSFER.

“Este projeto é fruto da nossa atuação, nos últimos dois anos, em atividades com artistas, editores, galeristas, videomakers, representantes e pensadores da arte urbana. A idéia de TRANSFER, cujo próprio nome indica o conceito de transferência, é provocar a reflexão e o diálogo com o público sobre esta arte que está nas grandes metrópoles. Vamos discutir as influências que recebem e exercem, bem como sua articulação com os mais variados segmentos sociais, tanto na mostra quanto nas atividades simultâneas que realizaremos ao longo dos próximos três meses”, afirma Liliana Magalhães, superintendente do Santander Cultural.

Para Lucas Ribeiro, curador da exposição e também um dos editores do vídeo SKATISMO “Street art, pós-graffiti e intervenção urbana são algumas maneiras de chamar o fenômeno que passou a acontecer nas ruas de grandes metrópoles em meados dos anos 90 e, na virada do milênio, entrou em ebulição. Não é exatamente graffiti o termo que virou sinônimo da arte integrada ao movimento hip-hop, pois ignora suas regras, estilos e códigos de conduta. Com cartazes, adesivos, pincéis, stencils e até sprays, artistas e designers passaram a usar as ruas como suporte para se expressarem com as mais variadas técnicas e estilos”.

“No espaço democrático e, muitas vezes, inusitado, das metrópoles, a arte retornou ao figurativo, resgatou o pop e usou técnicas de marketing e publicidade para atingir os cidadãos”, conclui Ribeiro.

O SKATISMO também estará participando da exposição, com as três edições do vídeo sendo exibidas no museu. Vejam aqui, ainda esta semana, um vídeo exclusivo e cobertura completa do evento durante os quatro meses de exibição.



SERVIÇO:
TRANSFER_cultura urbana. arte contemporânea. transferências. transformações
Local: Santander Cultural, Rua Sete de Setembro, 1028
Data: de 25 de junho a 28 de setembro de 2008
Horário: Segunda à sexta-feira das 10h00 às 19h00, Sábados, domingos e feriados das 11h00 às 19h00
Entrada franca

Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Entrevista com TRAMPO


Salve rapa... Eis aqui uma entrevista de um cara o qual eu respeito muito, seja como pessoa ou como artista urbano. Lembro dos "trampo" dele mais ou menos de 1996, 1997, do tempo em que o pico do RAP era a BIG House (orra tempo bom). Achei no Bocada Forte e resolvi postar por aqui também a entrevista dele. Ninguém menos que Luís Flávio, ou melhor, Trampo. Trampo é um símbolo da resistência da Cultura de Rua e um dos Grafiteiros mais respeitados do Rio Grande do Sul. Pessoa articulada, inteligente e extremamente criativa, seus traços em preto e branco e desenhos são facilmente identificáveis, como uma marca registrada do artista. Luis Flávio “Trabalho”, ou simplesmente “Trampo”, como é mais conhecido, nasceu em Porto Alegre, no ano de 1972. Skatista desde 1986, participou dos melhores e mais importantes campeonatos da região na década de 80, época em que começa a fazer seus primeiros rabiscos urbanos. Na década de 90, fez parte de grupos que deram os primeiros passos na Cultura de Rua porto-alegrense. Em 2000, fez uma viagem para expor e pintar na cidade de Dusseldorf, na Alemanha. Desde então, realizar exposições e dar palestras em encontros já fazem parte de sua rotina. Ainda assim, sua ligação com o Skate ainda é bastante forte. Inclusive, na última etapa do circuito Qix AM 2006, pintou e colou arte por tudo, além de aplicar seus stêncils nas lixas dos skates da galera. Ele também tem participação nos vídeos “Skatismo #1 e #2” e na parte visual do “DVD Qix Am Contest 2006”. Nessa entrevista, Trampo comenta sobre como começou, quais suas inspirações e também fala sobre pichação, Cultura Hip-Hop e muito mais. Boa leitura. Bocada Forte: Conte-nos um pouco sobre a sua iniciação no Graffiti. Como tudo começou? Trampo: Meu inicio foi da forma mais natural. Eu tinha como principal referência as ruas de Porto Alegre, ou melhor, o bairro Bom Fim, que na década de 80 era um lugar onde aconteciam os encontros. Foi lá o inicio de tudo. Isso tudo em 1986. É bom deixar claro que nessa época o forte era se manifestar pichando muros. BF: Quais ou quem são suas principais inspirações? Sabemos que no Rio Grande do Sul um homem chamado Toniolo é uma verdadeira "lenda-viva"... Fale-nos sobre isso. Trampo: Minhas principais inspirações sempre foram as ruas e o Skate. O cotidiano oferece muita coisa legal. A cidade também sugere muitas possibilidades para inspiração, seja a arquitetura ou as pessoas. Tudo é fundamental para um artista urbano. A referência dos muros também é muito importante. Porto alegre sempre teve um jeito bem peculiar de intervir nas ruas. Seja protesto ou vandalismo, tudo entra na memória. O Sérgio José Toniolo sempre deixou suas marcas pela cidade. Uma coisa que poucos moradores de Porto Alegre sabem é que o Toniolo é um ex-escrivão da policia que através dos muros deixou seu manifesto solitário desde 1983, denunciando abuso policial e judiciário. Ele é um ícone que a maioria dos Grafiteiros brasileiros respeita. BF: Muitos artistas se iniciam no Graffiti através de Fanzines. O Fanzine seria uma forma de expressão como o Graffiti, só que impressa? Que importância teve o Fanzine na sua experiência artística? Trampo: O Graffiti é uma obra de arte sem apego. Ela é efêmera na maioria das vezes. Sendo assim, o registro fotográfico tem um papel muito importante nesse tipo de arte. Na maioria das vezes o que vai eternizar a obra é a memória da cidade, a lembrança do cotidiano ou simplesmente uma fotografia. Há mais de 25 anos o Graffiti vem sendo registrado em fanzines, revistas, cinema e hoje existem sites e grandes publicações, livros e catálogos, que tem papel de imortalizar uma arte na maioria das vezes condenada pela ação do tempo. BF: Que tipo de afinidade você tem com a Cultura Hip-Hop? Você acredita que ela tenha sido responsável pela projeção da arte do Graffiti pelo mundo? Trampo: A Cultura Hip-Hop é muito ampla e contagiante por todos os cantos do mundo. A forma com que a cultura se espalhou pelo mundo foi mágica, um fenômeno, pois não se tinha grandes referências dessa cultura. Foi nas publicações, no cinema e através da música Rap que a coisa se espalhou, contagiando simpatizantes e militantes pelo mundo afora. Minha afinidade com essa cultura é natural, pois eu vivo na rua e ela me oferece a cultura. A projeção do Graffiti pelo mundo, na minha opinião, se dá pela invasão consciente e inconsciente do espaço público. BF: Muitos Graffiteiros brasileiros, alguns muito famosos no país e no exterior, se dizem desligados da Cultura Hip-Hop. Muitos deles, inclusive, rebaixam o valor da Cultura de Rua em relação ao Graffiti. Qual sua opinião a respeito? Trampo: Muitas vezes isso é necessário para dar uma nova direção na arte de cada país, de cada Grafiteiro. Foi a mídia que fez isso de dizer que o Graffiti pertence a Cultura Hip-Hop. Isso é equivocado, pois se tem muitas referências e direcionamentos diferentes hoje em dia. Muitos artistas, que dão esse tipo de depoimento, tentam formar novas opiniões a respeito da arte de intervir nas ruas. A forma de pintar de Nova York, por exemplo, é clássica, se repete e é citada por todos os cantos do mundo. A caligrafia, a forma de usar o spray, sempre vai ter a citação do clássico. Tem um detalhe que é legal falar: cada artista tem um perfil e é isso que vai fazer a coisa dar novos passos para uma forma cada vez mais original e natural de Graffiti. BF: Dizem que a pichação é uma expressão que surgiu aqui no Brasil. Seria uma característica de nosso país. Nos últimos tempos ela vem sendo exportada pro mundo, em especial para Europa. Afinal, na sua opinião, quando pichação é arte e quando é vandalismo? Que valor pode-se dar a Pichação? Trampo: O valor da pichação é o de canalizar uma energia muitas vezes esquecida pela sociedade. Quando o muro está “tentando falar algo” poucos querem saber o que passa na cabeça desse jovem (ou jovem-adulto). Na maioria das vezes é um manifesto que não quer dialogar com a sociedade e sim com a cidade que julga e oprime sem piedade. A pichação é um reflexo do momento atual que o mundo esta vivendo. É individualista e anônima na maioria das vezes. Mesmo assim, tem a sua razão de existência. Já o termo pichação é herança da ditadura militar, eu acredito. Aqui no Brasil tudo é ao contrário. As coisas tomam outros rumos ao longo da história. BF: Por volta do ano de 2000 você realizou uma viagem à Europa. Conte-nos como se deu isso, a receptividade ao seu trabalho e que experiências você trouxe de lá. Trampo: Viajar é sempre uma gratificante experiência. Falar outro idioma, ver novas culturas, pintar com novos artistas e ter a pintura como forma diálogo. O que foi bem marcante pra mim é a questão da valorização da nossa cultura por lá. Eu me deparei com pessoas que amam a nossa cultura e isso é muito louco, já que a maioria das pessoas aqui do Brasil gostam da cultura dos gringos. Isso me fez refletir legal e, de uma certa forma, me fez rever conceitos e comportamentos. BF: Há algum tempo atrás você realizou uma campanha publicitária para uma grande Universidade particular do Rio Grande do Sul. Como você vê a abertura e aceitação do Graffiti atualmente pela sociedade? Mudou muito a forma como ele é visto desde o tempo em que você se iniciou para atualmente? Trampo: A aceitação da arte urbana é de total interesse dos publicitários, pois nossa arte está na rua, livre, em contato com o povo e principalmente com a nossa juventude. A arte do Graffiti é uma arte que há mais de 25 anos vem encantado os jovens e agora vem conquistando vários adeptos, inclusive quem sempre foi contra. Hoje a estética do Graffiti/Hip-Hop está por todo canto. Chega a ser engraçado ver isso tudo na mídia. O ponto em questão é saber se valorizar e fazer trabalhos que realmente sejam bons para cada individuo. BF: Por fim, fale-nos de seus atuais trabalhos, o que pretende ainda realizar num futuro próximo e das possibilidades do Graffiti para o futuro, na sua opinião. Trampo: Tudo é muito imprevisível. Eu só sei que quero dar mais chance ao meu trabalho pessoal e fazer novas amizades com artistas ao redor do mundo. PAZ! Saiba mais: www.flickr.com/photos/trampo www.myspace.com/trampone Por: Noise D



Conto de Fadas

Salve rapa...
Segue ae um texto do meu parceiro Jean Andrade, da Alvo Associação Cultural, outra iniciativa totalmente independente no Hip Hop gaúcho. Gaúcho!

Há um tempo atrás, em um reino não muito distante, o Hip Hop era vivido apenas pela galera da periferia que, através de muitas dificuldades procurava criar canais de divulgação e propagação de sua cultura. Sentia-se a necessidade de mais abertura na mídia, de veículos que formassem opinião e que mostrassem o que a juventude do morro estava pensando e escutando. Porém, a bruxa má da "incompreensão do novo" impedia esse processo.

Com o florescer de um novo tempo, o Hip Hop Mainstream americano, e suas problemáticas de “o que fazer com tanto dinheiro e mulheres gostosas?”, abriu no Brasil espaço para as produções nacionais, com conteúdo de pura contestação social e "contra-cultura". A partir daí, Grupos e MC´s se tornam destaques, aparecem em jornais, revistas, TV e as coisas realmente começam a acontecer. Os nomes, são diversos: Hip Hop Chic, Cultura de Rua, Street Art, Black Music, enfim, toda e qualquer relação com a até então marginalizada “cultura do morro”. Que cultura é essa que pode ter milhares de facetas, ser modificado e ainda manter sua história de conto de fadas sempre com final feliz?

Os jovens da periferia perderam sua cultura? Não meu senhor, ganharam voz. Com o surgimento de veículos alternativos e novos espaços, a cultura periférica toma conta do asfalto, toca na festa de aniversário do magnata, tornou-se um lucrativo produto. É vendido e comprado, gera emprego mesmo que seja para quem às vezes não o mereça. Influencia a moda, as artes, cria tendências. Quer mais conquistas do que estas? Para uma cultura vista "marginal", ser considerada tendência mundial, não é sonho, é vitória.

O momento é agora! Vamos colher os frutos dessa batalha, agir, produzir NOVOS conhecimentos e tendências. É preciso influenciar ainda mais, para que um dia o "rei" da liberdade tome seu trono e ajude na construção de um mundo melhor. Essa é a mensagem que o Hip Hop vem profetizando desde a década de 70. Os "hip hoppers" estão de parabéns.

“As ruas estão olhando”

Jean Andrade – Alvo Associação Cultural

Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Sound Club - Dos Clássicos aos hits


Salve rapa...


Na intenção de agradar Gregos e Trioanos nasceu o projeto Sound Club. A iniciativa visa dar espaço para que os dj´s de Porto Alegre possam expor seu trabalho. Sempre com um convidado diferente a cada semana, os sets prometem. É chegar e se divertir. Estão todos convidados, não esqueçem de mandar seus nomes para a lista.